segunda-feira, 1 de abril de 2013

Não seja metade.


Chega de meias bocas pra preencher profundos vazios. Meias bocas para beijar entradas inteiras. Meios beijos de respeito na testa. Meias palavras para dizer alguma coisa que, feita a análise fria, nada querem dizer. Intenções soltas e desejos desconexos. Esse mistério todo é uma violência contra minha inteligência. Sejamos diretos para não sermos idiotas. Portanto não tente me escravizar, nem com promessas, intelectuais ou uma pegada daquelas.



Fome!

A quem diga que consegue ficar dias sem comer, digamos que se a fome for de comida ficaria meses. Mas minha fome tem sido muito além de tudo isso. É fome de sentimentos, pessoas, momentos...
Fome de beijos demorados, abraços apertados, mãos entrelaçada, carinhos trocados. Fome de amor, de amizade, companheirismo,  compreensão. Fome de proteção.Tenho fome de caricias de malicias. Fome de verdades, de paz de serenidade. Minha fome é de tudo que me falta, de tudo que de alguma forma eu ainda sei que vou ter.